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O MOTOR MAIS REVOLUCIONÁRIO DE TODOS OS TEMPOS
Desde a invenção do vapor e dos motores de combustão interna, os veículos autopropelidos têm passado por avanços marcantes. Motores Wenkel, propulsão a jato, multicombustíveis e elétricos. Agora já estão nas ruas (em países mais desenvolvidos) os veículos híbridos -- dotados de sistemas que combinam motores convencionais com motores elétricos -- e, ainda nos laboratórios, os projetos de motores movidos a célula de hidrogênio, concepção que seria o salto definitivo.
Entretanto, a evolução talvez não pare por aí. A se confirmarem as notícias mais recentes, pode estar em fase adiantada o projeto de um motor verdadeiramente revolucionário, que supera em muito todos os outros já desenvolvidos.
Trata-se do motor magnético, que não polui, não emite gases, não precisa ser reabastecido e se aproxima da idéia de um moto-contínuo. Seu funcionamento é simples: baseia-se no princípio da atração e repulsão de campos magnéticos, ou seja, combinações magnéticas que produzem movimento contínuo.
Em vídeo, podemos ter uma idéia muito boa do que seria esse motor. Resta saber se o projeto realmente está em desenvolvimento. E se os interesses industriais contrariados irão boicotá-lo...
Clique aqui para ver o vídeo no meu VIDEOLOG.
Escrito por josé ricardo zani às 22h35
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NOVAS PESQUISAS: SUBSTÂNCIA SUSPEITA DE CAUSAR CÂNCER ESTÁ PRESENTE EM MUITOS ALIMENTOS
26/05/2007 Substância suspeita de ser carcinógena agora está onipresente Jeff Nesmith Em Washington
"Novos estudos realizados por cientistas e pesquisadores de universidades para os Centros para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) indicam que uma substância química apontada como um provável carcinógeno humano está presente no sangue de quase todo americano, incluindo recém-nascidos [carcinógeno é um agente que provoca o aparecimento de tumores malignos no organismo].
A substância química, o ácido perfluoroctanóico, está associada à fabricação e uso do Teflon e outros produtos impermeabilizantes. Ele é normalmente conhecido como PFOA.
Tim Begley, um químico da Food and Drug Administration (FDA, a agência de controle de alimentos e medicamentos dos Estados Unidos), informou em 2005 que o PFOA e substâncias semelhantes usadas em produtos de papel nos quais alimentos como pizza e pipoca são vendidos tendem a migrar para o alimento quando o papel é aquecido.
Os sacos de pipoca de microondas liberam centenas de vezes mais dessas substâncias que utensílios revestidos com substâncias como Teflon, informou Begley. Em um estudo posterior divulgado neste mês, Begley confirmou seus resultados anteriores e produziu dados que questiona se a FDA está subestimando a quantidade de substâncias químicas que contaminam os alimentos.
Deirdre Flynn, diretora executiva do Popcorn Institute, disse em uma entrevista por telefone que "a indústria da pipoca trabalha arduamente para produzir um produto seguro e de qualidade para os consumidores. A FDA e a indústria sempre trabalharam juntas para assegurar a segurança", disse ela.
Dan Turner, um porta-voz da DuPont, que usa PFOA na produção do Teflon, disse que a empresa está convencida de que seus produtos não representam ameaça à saúde humana. "A DuPont acredita e mantém que os produtos vendidos ao consumidor com traços de PFOA são seguros para seu uso pretendido", disse em uma entrevista por telefone. E acrescentou que está familiarizado com a pesquisa da Johns Hopkins. "Até o momento não há efeitos conhecidos à saúde humana causados por PFOA", disse.
A evidência de presença de PFOA em 100% das amostras de sangue de cordões umbilicais analisadas pelos toxicologistas dos CDC e pela Universidade Johns Hopkins foi informada no mês passado.
As concentrações eram baixas, disseram os pesquisadores, e tanto a Agência de Proteção Ambiental (EPA) quanto a FDA disseram desconhecer qualquer evidência de que a população americana está sendo exposta a níveis perigosos.
Mas o toxicologista da Johns Hopkins que dirigiu o estudo disse que ele também revelou elos estatisticamente significativos entre os níveis de PFOA no sangue do cordão umbilical e o peso dos bebês no nascimento, circunferência da cabeça e outras medições comuns da saúde do recém-nascido.
O relatório está entre uma série de estudos que nos últimos meses aumentaram a preocupação com a presença de PFOA e várias substâncias químicas relacionadas em seres humanos, seu alimento e meio ambiente.
Um painel da EPA de consultores científicos disse ao administrador Stephen Johnson, no ano passado, que a maioria deles está convencida de que o PFOA deve ser considerado como um provável carcinógeno humano e regulado de acordo. Alguns sentiam que deveria ser designado como "possível" carcinógeno.
O painel não ofereceu sugestão sobre os níveis de exposição capazes de causar câncer nos seres humanos, mas notou que em experiências com animais, a substância estava associada a cânceres de fígado e pâncreas.
O PFOA e seus primos químicos são substâncias feitas pelo homem que desde os anos 50 se tornaram ubíquas no meio ambiente, do Oceano Ártico aos solos da rural Geórgia.
As substâncias foram encontradas no sangue de pandas gigantes da China, albatrozes no Atol de Midway, no meio do Oceano Pacífico, em golfinhos em Indian River Lagoon, Flórida, e em ursos polares na Groenlândia.
John Washington, um químico do laboratório da EPA em Athens, Geórgia, informou no mês passado que "traços" de PFOA foram extraídos de amostras de solo coletadas em Athens e perto de Watkinsville, Geórgia.
Em um estudo publicado no site da revista "Environmental Science and Technology" no mês passado, os pesquisadores da Johns Hopkins descreveram as análises de sangue de cordão umbilical extraídas de 299 bebês nascidos em Baltimore, Maryland, em 2004 e 2005.
Quando as amostras de sangue foram analisadas pelos CDC, todas continham PFOA, disse a pediatra Lynn Goldman, principal autora do estudo, e 99% continham uma substância química relacionada, sulfonato perfluoroctano (PFOS).
Goldman não pôde ser contatada para comentários. Mas, segundo um artigo publicado na edição atual de outra revista, a "Environmental Health Perspectives", Goldman encontrou correlações entre as concentrações das substâncias químicas e indicadores comuns da saúde dos bebês.
A revista informou que Goldman disse em um recente encontro da Sociedade de Toxicologia que os indicadores incluíam a circunferência da cabeça, peso de nascimento e uma medição da massa corporal conhecida como "índice ponderal".
"Quanto mais baixo o índice ponderal, maior é a concentração de PFOS e PFOA", Goldman disse à conferência segundo a revista.
Em outro estudo divulgado em março, Antonia Calafat, uma química do Centro Nacional de Saúde Ambiental dos CDC, disse que a análise de 1.562 amostras de sangue encontrou baixo nível de PFOA, PFOS e várias substâncias relacionadas em todas as amostras. As amostras foram coletadas em 1999 e 2000 como parte de uma pesquisa nacional de saúde e nutrição."
(MATÉRIA PUBLICADA EM 26.5.2007 NA UOL MÍDIA GLOBAL:
http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/cox/2007/05/26/ult584u572.jhtm )
Para saber mais sobre o assunto, clique abaixo:
Panela na fogueira
Nos Estados Unidos, problemas de saúde e contaminação ambiental
Escrito por zerricardo às 08h50
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POLUIÇÃO ELÉTRICA DO AMBIENTE (I)
A questão não é nova. Nossos avós já costumavam dizer coisas como: "aquela minha dor no quadril voltou... sinal que o tempo vai mudar". Particularmente, sempre achei que isso fosse mera superstição ou crendice. Até que, um dia desses, lendo um livro de um médico famoso, na linha de medicina holística, pude entender a relação entre certas dores físicas, especialmente as relacionadas a velhas lesões ortopédicas, e os prenúncios de tempestades. Trata-se do resultado de um momentâneo desequilíbrio elétrico da atmosfera, que afeta a polaridade elétrica em nosso corpo.
O problema é que às vezes nos sujeitamos a outras formas de exposição, bem mais prolongadas. Muitas vezes, ficamos expostos por longos períodos a ambientes com desequilíbrio elétrico, ou seja, com excesso de íons positivos (nocivos) e escassez ou ausência de íons negativos (saudáveis).
Bem, se a questão não é nova, então o que há de novo nisso?
A principal novidade talvez esteja na melhor compreensão das relações de causa e efeito e na disseminação desse conhecimento.
Para facilitar a compreensão do assunto, vamos começar com um trecho da dissertação de mestrado em Engenharia de Produção de Jane Pilotto, pela Universidade Federal de Santa Catarina.
“Numa visão holística do problema "ambiente', confirmamos então que as "sensações", apesar de subjetivas, são uma resposta verdadeira do ser humano aos estímulos recebidos, inclusive na experimentação do ambiente.
O contato com a natureza também transmite "sensações" de diversos tipos. Não conhecemos profundamente as energias causadoras destas sensações (chamadas de energias telúricas), mas já é possível medir, com o auxílio de aparelhos eletromagnéticos, a intensidade de tais energias.
Sabe-se que as energias existem de 3 formas (Vieira, 1990):
- A energia gerada pela própria Terra, chamada de "energia telúrica";
- A energia gerada pelos seres vivos do reino vegetal, chamada de "energia pura", e considerada "limpa" porque não tem carga emocional;
- A energia gerada pelos animais vivos, na qual o grau de pureza está seriamente comprometido pela sua carga emocional.
Os vegetais são emissores e transformadores de energias puras. As plantas criam um campo energético que contribui para a "desintoxicação" dos ambientes e das pessoas. Será este então o segredo?! Ambientes de trabalho onde a carga de exigência mental e o nível de tensão são muito altos geram uma energia carregada de íons positivos (Donsbach, 1981), que são comprovadamente nocivos à saúde dos homens. Este campo energético pode ser modificado com a contribuição das plantas, que atraem íons negativos (benéficos à saúde do homem). " (continua)
Escrito por zerricardo às 23h14
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POLUIÇÃO ELÉTRICA DO AMBIENTE (II)
Os íons negativos e a vegetação
Eymour M. Farber, M.D., vice-chanceler da escola de medicina da Universidade da Califórnia em São Francisco, manteve um ionizador de ar no hospital, ao lado de sua cama, enquanto se recuperava de uma cirurgia de abdome, na primavera de 1980. Ele declarou que a sua rápida recuperação foi decorrente de ter sido exposto aos íons negativos.
John Marino, um conhecido ciclista norte-americano, recentemente equipou sua bicicleta com um ionizador de ar carregado por uma bateria, e conseguiu quebrar o recorde do circuito ciclístico para o percurso Califórnia-Nova Iorque.
Várias empresas, tais como a Philco, a General Eletric e a Westinghouse, estão investindo milhares de dólares em pesquisas, para criar um aparelho controlador de íons nos sistemas de condicionamento de ar.
Os íons estão flutuando no ar a nossa volta, todo o tempo (Donsbach, 1981). Existem tanto íons negativos quanto íons positivos. As mudanças na concentração ou na polaridade destas moléculas podem acarretar extraordinários efeitos sobre as plantas e animais. A ciência comprova que a mudança na concentração destes íons pode provocar problemas de saúde, tanto físicos como mentais.
Os íons do ar são muito importantes para nós, porque podem causar mudanças em nossos sentimentos. Uma grande proporção de íons negativos no ar gera sensações de entusiasmo e ânimo. Muitos íons positivos nos ambientes podem causar depressão, angústia, letargia, dores de cabeça e stress.
Ambientes internos com condicionamento de ar e tapetes sintéticos no piso estão sempre carregados com íons positivos. Iluminação fluorescente, materiais plásticos, televisores, vídeos, etc. também são emissores destes íons que prejudicam a nossa saúde. Quando os barômetros indicam uma tempestade de vento a caminho, devemos nos proteger, pois a atmosfera certamente está carregada de "posions" (íons positivos). Por isso, nestes dias, dizemos com freqüência que "hoje o ar está carregado".
As pessoas que trabalham em ambientes externos, junto a áreas verdes, levam vantagem sobre as que trabalham em ambientes confinados. As plantas têm a capacidade de atrair para si íons saudáveis, os íons negativos. As florestas e as montanhas são verdadeiras fontes de "negions" (íons negativos). Os pinheiros e as árvores em contato com o campo elétrico da atmosfera são geradores de íons negativos.
O Dr. Ph.D. Kurt W. Donsbach, especialista em nutrição, recomenda que, para criarmos ambientes saudáveis, devemos usar materiais naturais, como madeira, pedra, e todos os encontrados na natureza. Diz ainda: "cerquem-se de plantas naturais". Segundo ele, plantas em crescimento e viçosas (principalmente as pontudas como samambaias, etc.) estão sempre carregadas de íons negativos (Donsbach, 1981).” (http://www.eps.ufsc.br/disserta97/pilotto/cap4.htm)
Escrito por zerricardo às 23h12
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POLUIÇÃO ELÉTRICA DO AMBIENTE (III)
Você se alimenta de “ar estragado”?
Vejamos, a seguir, algumas explicações extraídas do Le Lien nº 2, de 1990:
“Na época atual em que fazemos o possível para melhorar a qualidade de vida, parece paradoxal que poucos estejam preocupados com a qualidade do ar ambiente. Respiramos todos os dias cerca de 26.000 vezes (média de 18 respiração/min) e “absorvermos” até 10.000 litros de ar, o que representa 15 Kg/dia deste ingrediente fundamental para a nossa existência. Entretanto temos estado muito mais preocupados com os 3 Kg de comida e bebida que ingerimos diariamente. O ar é o principal alimento do ser humano e a qualidade da atmosfera influencia diretamente o nosso organismo. Os perigos dos principais agentes poluidores atmosféricos tem sido amplamente demonstrados e denunciados. Porém existe uma outra poluição, muito menos conhecida, porém não menos importante: a poluição elétrica do ar causada pela concentração muito elevadas de íons positivos.
Simplificadamente podemos dizer que o ar contém íons com polaridades elétricas opostas: íons positivos, nocivos quando em excesso, e íons negativos (íons de oxigênio) benéficos ao nosso organismo, apelidados de “vitaminas do ar”. O equilíbrio desses íons no ar que respiramos influi de maneira determinante na nossa saúde em geral e na nossa vitalidade em particular. De fato, o oxigênio assegura as funções vitais básicas mas ele só passa dos pulmões para o sangue em presença de íons negativos.
As más condições da vida moderna provocam o rompimento do equilíbrio iônico e nos privam de muitos desses íons negativos benéficos para a nossa oxigenação e a nossa saúde. Essa carência de íons negativos é uma das causas principais das “doenças da civilização” (cansaço, nervosismo, dores de cabeça, stress e depressão...)
Escrito por zerricardo às 23h02
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POLUIÇÃO ELÉTRICA DO AMBIENTE (última parte)
Fatores que influenciam a concentração de íons negativos no ar
O ar é ionizado naturalmente de maneira contínua. Os íons negativos se formam sob influência de causas naturais: a radioatividade natural do solo, a fotossíntese das plantas, a radiação solar, as tempestades e raios, e até mesmo a chama de uma vela ou de uma lareira, o impacto da água em movimento (chuva, chuveiro, mar, fonte), o atrito do ar nas plantas pontudas, etc. Se temos a sensação de respirar melhor em algumas situações (junto a uma cachoeira; depois de uma tempestade; ao ar livre; nas montanhas; à beira- mar; na floresta; no sol...), isso decorre da riqueza do ar em íons negativos. Por outro lado, certos fatores naturais favorecem a diminuição de íons negativos e um excesso de íons positivos, tais como o ar antes de uma tempestade e da chegada de ventos quentes e secos, o nevoeiro, etc, que sempre nos causa uma sensação de desconforto.
Diversos fatores também diminuem a concentração de íons negativos no ar: confinamento (residência, carro, escola, escritório, transportes coletivo), ar condicionado, proximidade de um aparelho elétrico, aquecedor, aparelho de televisão, computador, forno de micro-ondas), tecido sintéticos (carpetes e roupas sintéticas), fumaças industriais, gás de escapamento de carros, poeira, tabaco, aquecimento elétrico e até mesmo o ar que expelimos de nossos pulmões.
É por isso que nesses diferentes locais e condições podemos sentir fraqueza, cansaço, irritabilidade, dor de cabeça, insônia e vertigem. Vivendo em ambientes fechados, onde a qualidade do ar é insuficiente devido a deficiência de íons negativos, é necessário reavivá-lo, purificando e revitalizando este ar por uma ionização provocada, o que felizmente é possível.
Nestas situações, devemos recorrer à ionização natural (principalmente com o uso de plantas) ou artificial (ionizadores) para obter uma concentração iônica de cerca de 2.000 íons negativos/cm3, suficientes para eliminar os efeitos nocivos dos íons positivos e recuperar a sensação de bem-estar. “
Escrito por zerricardo às 22h57
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LONGEVIDADE PODE SER DETERMINADA POR UM GENE
O elixir da juventude poderá, no fim das contas, estar escondido em um gene pouco conhecido que não apenas promove a longevidade, mas melhora a qualidade de vida, segundo um estudo inédito publicado nesta quarta-feira (2.5.2007).
Em uma série de experiências feitas com vermes, uma equipe de cientistas do Instituto Salk de San Diego, Califórnia, identificou pela primeira vez um gene, conhecido como PHA-4, que desempenha um papel crítico no prolongamento da vida, sem recorrer aos caminhos neurais reguladores de insulina que também controlam o processo de envelhecimento (CLIQUE AQUI PARA LER A MATÉRIA NO SITE G1)
Escrito por zerricardo às 22h09
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