***** FRONTEIRAS DO CONHECIMENTO *****


OVNIs: O CASO DO CABO VALDEZ

Histórias sobre extra-terrestres (ET) e objetos voadores não-identificados (OVNIs) são muitas e antigas. Quase sempre, foram cercadas de dúvidas, polêmica e suspeitas de sensacionalismo. Contudo, o avanço das investigações e a revelação de muitos documentos têm adicionado informações concretas aos estudos, abrindo perspectivas mais claras sobre o tema.

Uma das histórias mais bem documentadas, que foi objeto de um documentário na TV (Discovery Science), aconteceu no Chile, numa madrugada de abril de 1977, envolvendo um grupo de militares de Rancagua, liderados pelo cabo Armando Valdez Garrido, em um acampamento próximo da cidade de Putre. 

Conheça o caso

Depoimentos de testemunhas (Programa Discovery Science)

Cabo Valdez fala, depois de anos de silêncio

Saiba mais sobre casos de OVNIs nos Andes



Escrito por josé ricardo zani às 21h41
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REMÉDIO PRODUZIDO COM FUNGO MOSTRA-SE POTENTE CONTRA O CÂNCER

 

Nos últimos dias, foram anunciados os avanços de uma pesquisa realizada nos Estados Unidos na qual, acidentalmente, verificou-se que uma molécula produzida a partir de um fungo revelou-se poderosa na destruição de tumores, bloqueando os vasos sanguíneos que os alimentam. A substância, denominada Lodamina, foi desenvolvida em um dos últimos trabalhos de Judah Folkman, que faleceu em janeiro de 2008.

Leia a matéria publicada nesta data no portal G1.

Entrevista com o Dr. Judah Folkman, publicada em julho/2006, pela revista Veja.

 

 

   



Escrito por josé ricardo zani às 21h53
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EUA: água que população consome está contaminada

10.03.2008
Água dos EUA está contaminada com resíduos químicos

"Nos Estados Unidos, uma investigação divulgada pela imprensa mostrou que a água consumida por 41 milhões de americanos contém resíduos de produtos farmacêuticos: anti-depressivos, antibióticos, estimulantes e até hormônios.

Os americanos são orgulhosos da qualidade da água que bebem. "Já bebi água de Nova York, Chicago, Los Angeles. Nunca tive nenhum problema”, diz uma americana.

Nos restaurantes é comum o freguês pedir. “Um copo de água da torneira. Por favor", pede um homem.

A pesquisa feita pela Associated Press em 24 áreas metropolitanas dos Estados Unidos mostrou que a água que 41 milhões de americanos bebem tem resíduos de remédios. Na Filadélfia, foram encontrados 56 produtos farmacêuticos na água, entre eles, remédios para dor, colesterol, asma e doenças mentais. Em São Francisco, foi encontrado hormônio.

Em Nova York, o teste foi feito nos rios e lagos que abastecem o estado. Foram encontrados 16 medicamentos, como remédio para o coração, anti-inflamatórios e tranquilizantes. Segundo os pesquisadores, o tratamento que a água recebe antes de chegar aqui não consegue retirar todas essas substâncias.

Um dos pesquisadores explica: "se a pessoa tem uma dor de cabeça e toma um remédio, somente uma porção dos ingredientes é absorvida pelo corpo. O resto é expelido".

O remédio então vai para a água, que passa por vários processos de tratamento, antes de retornar para as torneiras. Em um lago no estado de Nevada, foram encontradas mutações nos peixes que podem estar ligadas a esse tipo de contaminação.

Os especialistas alertam que as substâncias foram encontradas em quantidades tão pequenas que não têm efeito imediato no ser humano. Mas ainda é preciso estudar os reflexos a longo prazo."

(notícia divulgada em 10.03.2008, no Jornal Nacional - Rede Globo de TV)    



Escrito por josé ricardo zani às 13h50
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SEGURANÇA, PREVENÇÃO E EMERGÊNCIA PRÉ-HOSPITALAR

VOCÊ SABE PREVENIR ACIDENTES E AGIR NAS EMERGÊNCIAS?

Entre as pesquisas avançadas e certos conhecimentos práticos de segurança e emergência há algo em comum: ambos podem salvar vidas.

Às vezes, procedimentos práticos e simples em casa ou na rua são tão ou mais decisivos que conhecimentos avançados na sala cirúrgica. Alguns podem ser, ao mesmo tempo, simples e de extrema importância.  

Conheça passo a passo a manobra de Heimlich para evitar asfixia por obstrução respiratória

Orientações práticas de segurança em casa e nas ruas

Parada cardíaca

 

 



Escrito por josé ricardo zani às 15h10
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TOC: O QUE REVELAM AS ÚLTIMAS PESQUISAS

NOVAS DESCOBERTAS SOBRE CAUSAS DO

TRANSTORNO OBSESSIVO COMPULSIVO

Até há pouco tempo se considerava que os conflitos psicológicos eram os únicos motivos do transtorno obsessivo compulsivo (TOC). Mas segundo o chefe de Psiquiatria do Hospital Bellvitge de Barcelona, Julio Vallejo, as pesquisas mais recentes descobriram que os fatores responsáveis são a neurobiologia e a genética.

O desenvolvimento do TOC está relacionado com falhas na serotonina, uma substância sintetizada que se encontra no sistema nervoso central, e que pode ser responsável por "60% ou 70% dos casos", enquanto o resto requer também outros tratamentos psicológicos de conduta.

Para que um médico diagnostique uma doença como esta deve fazer perguntas concretas ao paciente, para saber se ele é obcecado por higiene, se tem dificuldades em jogar fora certos objetos, e se é muito preocupado muito com a simetria, porque o doente nunca vai revelar por conta própria estas obsessões.

Apesar de sua origem biológica, o TOC pode surgir em pessoas que sofreram um trauma e algumas mulheres grávidas podem apresentar os primeiros sintomas desta doença, que pode se transformar em crônica. No entanto, segundo Jerónimo Saiz, Chefe do Serviço de Psiquiatria do Hospital Ramón e Cajal de Madrid, todas as pessoas têm idéias obsessivas, mas os doentes de TOC se distinguem porque são "exageradas e absurdas", o que interfere em sua vida normal.

Leia matéria no Yahoo Notícias.    

 



Escrito por josé ricardo zani às 22h42
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NEURÓBICA

AERÓBICA PARA OS NEURÔNIOS

Mudar freqüentemente o caminho para o trabalho, orientar-se só pelo olfato dentro do supermercado ou trocar de mão para escovar os dentes. Essas pequenas coisas podem ser desagradáveis e trabalhosas, mas tenha certeza: fazem bem ao cérebro.

O simples gesto de trocar de mão para escovar os dentes, contrariando a rotina e obrigando à estimulação do cérebro, é uma nova técnica para melhorar a concentração, treinando a criatividade e inteligência e, assim, realizando um exercício de Neuróbica.

Uma descoberta dentro da Neurociência vem revelar que o cérebro mantém a capacidade extraordinária de crescer e mudar o padrão de suas conexões.

Os autores desta descoberta, Lawrence Katz e Manning Rubin (2000), revelam que Neuróbica, a "aeróbica dos neurônios", é uma nova forma de exercício cerebral projetada para manter o cérebro ágil e saudável, criando novos e diferentes padrões de atividades dos neurônios em seu cérebro.

Cerca de 80% do nosso dia-a-dia é ocupado por rotinas que, apesar de terem a vantagem de reduzir o esforço intelectual, escondem um efeito perverso: limitam o cérebro. Para contrariar essa tendência, é necessário praticar exercícios "cerebrais" que fazem as pessoas pensarem somente no que estão fazendo, concentrando-se na tarefa.

Exercícios mentais

O desafio da Neuróbica é fazer tudo aquilo que contraria as rotinas, obrigando o cérebro a um trabalho adicional. Exemplo de exercícios:

  • Use o relógio de pulso no braço direito;
  • Escove os dentes com a mão contrária da de costume;
  • Ande pela casa de trás para frente; (vi na China o pessoal treinando isso num parque);
  • Vista-se de olhos fechados;
  • Estimule o paladar, coma coisas diferentes;
  • Veja fotos de cabeça para baixo;
  • Veja as horas num espelho;
  • Faça um novo caminho para ir ao trabalho;
  • Troque o mouse de lado;

A proposta é mudar o comportamento rotineiro. Tente, faça alguma coisa diferente com seu outro lado e estimule o seu cérebro (Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Neur%C3%B3bica )

Saiba mais:

Gestão de neurônios 

Circuitos ligados

Outro jeito de enxergar o cotidiano

Diferença entre o que há de verdadeiro e as falsas promessas

 .



Escrito por josé ricardo zani às 13h01
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DEMÊNCIA

ALZHEIMER E OUTRAS DEMÊNCIAS:

É POSSÍVEL PREVENIR? 

 

A medicina preventiva aliada a modernos recursos para tratamento do câncer e de problemas cardiovasculares são fatores que estão contribuindo para proporcionar ao homem uma vida mais longa. Porém, ao vencer doenças que poderiam matar aos 50 ou 60 anos, o homem pode se deparar com outros problemas, de incidência típica após os 70 ou 80. Os quadros de deficiência cognitiva persistente e progressiva (demência), que interferem nas atividades rotineiras da pessoa, são um desses problemas.

O que se sabe hoje sobre Alzheimer e outras formas de demência? O que é possível fazer para preveni-las? Como esses quadros afetam a vida do indivíduo e da família?

Dr. Drauzio Varella entrevistou um especialista do Hospital das Clínicas, o neurologista Ricardo Nitrini, que também é professor da Faculdade de Medicina da USP. Veja o que o neurologista ensina. Clique aqui para entrar. Em seguida, vá virando as páginas da entrevista (10 páginas).

Saiba o que as pesquisas estão revelando sobre lítio e Alzheimer:

Folha online

Laboratório de Neurociências - USP

 



Escrito por josé ricardo zani às 08h28
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A VERDADEIRA DIMENSÃO DO AQUECIMENTO GLOBAL, SEGUNDO LOVELOCK

 

MUDANÇA DO CLIMA

James Lovelock é um cientista britânico independente, de 84 anos, escritor e criador da hipótese Gaia, que concebe o planeta Terra como um ser vivo. Também é autor da proposta que trata de uma das possíveis megassoluções para o aquecimento global: aumentar a quantidade de microalgas (fitoplâncton) na superfície dos oceanos, atraves da sucção artificial de águas profundas (ricas em nutrientes) para a superfície, para fazer das algas um poderoso organismo absorvedor de carbono e liberador de oxigênio.

Ao escrever um artigo em que manifesta suas principais opiniões sobre as mudanças do clima e, especialmente, o aquecimento global, Lovelock começa endossando palavras do conselheiro-chefe de ciência do governo britânico, Sir David King, quando este afirmou que o aquecimento global é uma ameaça mais séria do que o terrorismo.

Leia o artigo e conheça a opinião de James Lovelock.

 



Escrito por josé ricardo zani às 17h50
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ONDA ELÉTRICA DO CÉREBRO PODE EXPLICAR INTUIÇÃO HUMANA

Será que os cientistas descobriram a intuição?

Sempre que os seres humanos reconhecem um erro, uma onda misteriosa de eletricidade percorre o cérebro. Os pesquisadores acham que o sinal poderia explicar o vício, a correção de erro e até mesmo o sexto sentido.

Por Gerald Traufetter (DER SPIEGEL)

O estresse é normal para os 5.500 cientistas e engenheiros do Laboratório de Propulsão a Jato. Eles sabem que sempre que tomam uma decisão, mesmo o menor erro pode ter sérias conseqüências.

Afinal, as lembranças de 1999 ainda estão frescas. Há oito anos, quando a sonda espacial Mars Polar Lander entrou na atmosfera de Marte, o contato por rádio foi repentinamente perdido. O satélite simplesmente desapareceu das telas do centro de controle. Quatrocentos milhões de dólares foram perdidos.

Os dois diretores encarregados do projeto estavam convencidos de que seriam demitidos sem cerimônia. "É como lidamos com erros em nossa cultura", disse Markus Ullsperger. Mas os diretores foram poupados, recordou Ullsperger, um pesquisador de cérebro do Instituto Max Planck de Pesquisa Neurológica, em Colônia. "E foi uma boa decisão", ele disse. "Afinal, milhões foram investidos no treinamento e educação deles".

Do ponto de vista da neuropsicologia, esta foi uma excelente decisão administrativa. Os erros, como Ullsperger está convencido, são na verdade uma das fontes mais valiosas de conhecimento. "Os erros do homem são seus portais de descoberta", já disse o escritor irlandês James Joyce, antecipando uma conclusão confirmada agora pela neurociência moderna.

Capacidade de detectar os próprios erros
Ullsperger, assim como uma dúzia de outras equipes de pesquisa ao redor do mundo, atualmente está estudando como o cérebro monitora e processa seus próprios erros. "Nosso cérebro tem a capacidade fascinante de detectar erros e, se já tiverem ocorrido, de aprender com a experiência", ele explicou.

O "error-related negativity" (ERN, negatividade relacionada ao erro) é um conceito que está cativando o mundo científico. Ele se refere a uma onda elétrica característica sob o topo do crânio, que pode ser medida sempre que o cérebro detecta que um erro foi cometido. Especialmente surpreendente é o fato do sinal ERN já começar a oscilar antes mesmo da pessoa tomar consciência do erro.

No início dos anos 90, Michael Falkenstein, um neurofisiologista da cidade alemã de Dortmund, observou pela primeira vez como a voltagem diminui pelo menos 10 milivolts em um grupo específico de células nervosas, e que isto ocorre apenas 100 milissegundos após uma pessoa cometer um erro -aproximadamente o tempo que seu cursor leva para responder ao clicar no mouse.

A descoberta de Falkenstein marcou o início de um período de estudo sistemático do detector de erro do cérebro. Ela abriu o caminho para novas teorias fascinantes sobre o motivo de desordens compulsivas ocorrerem ou por que algumas pessoas hesitam enquanto outras tomam decisões confiantes. Também forneceu nova luz ao desenvolvimento do vício.

De repente ficou claro por que uma pessoa consegue freqüentemente evitar cometer um certo erro baseado apenas em uma sensação visceral. "As experiências do sistema de erro fornecem precisamente o conhecimento subconsciente no qual a intuição é baseada", explicou Ullsperger.

Leve incômodo
O sistema de erro age de duas formas. Primeiro, ele intervém de forma corretiva quando uma pessoa cometeu um erro. Mas também tem capacidade de alerta. Quando ele percebe que uma ação pode não levar ao resultado desejado, este reconhecimento é manifestado como um leve sentimento incômodo.

Ullsperger e seus colegas planejam descobrir como exatamente isto funciona, usando um aparelho de ressonância magnética nuclear (RMN). As pessoas que se deitam no tubo de RMN realizam testes simples, como o teste de Eriksen-Flanker, uma ferramenta comum e bastante conhecida dos neurocientistas. No teste, fileiras de letras, como SSHSS, SSSSS e HHSHH piscam diante dos olhos das pessoas. Então lhes é pedido que apertem um de dois botões: o botão esquerdo se a letra no meio for S e o direito se for H.

Isto não é tão fácil quanto parece. As letras à direita e esquerda das letras principais confundem o observador. Especialmente quando dispõem de um tempo limitado para realizar a tarefa, as pessoas freqüentemente corrigem suas respostas poucos momentos depois. "Eles se comportam da mesma forma que nós quando falamos algo de forma errada, notamos o erro e então corrigimos rapidamente nossa sentença", disse Ullsperger.

Eletrodos em um gorro de borracha na cabeça da pessoa medem as ondas ERN típicas oscilando pelo cérebro durante este processo. Enquanto isso, o aparelho RMN observa a área do cérebro nas quais as células nervosas estão particularmente ativas.

Parada da produção de dopamina
O processo possibilita replicar a anatomia da detecção de erro. O que revela é que imediatamente após a onda ERN, o mesencéfalo repentinamente deixa de produzir dopamina. O sinal neuroquímico é transferido para o gânglio basal e conseqüentemente para o sistema límbico, no qual as emoções são geradas.

Os pesquisadores também descobriram outro cordão nervoso envolvido na detecção de erro. Ele leva a uma seção profunda do córtex, que então distribui amplamente o sinal no córtex cerebral. "Esta cascata envia os seguintes sinais para as posições executivas: Pare, algo está errado aqui! Cheque de novo e, se necessário, corrija imediatamente", explicou Ullsperger.

O neurologista baseado em Colônia também pode demonstrar que as pessoas que cometeram um erro no teste de Flanker demoram mais nas respostas posteriores. "As pessoas mudam sua estratégia de tomada de decisão", ele disse. "Elas começam a aprender com seus erros".

Mas o que a queda na produção de dopamina causa? O que dispara toda a cadeia de sinais? A explicação de Ullsperger é que sempre que o cérebro decide por uma ação específica, ele simultaneamente desenvolve a idéia das conseqüências esperadas. Se o resultado desejado ocorre, o cérebro recompensa a si mesmo com o hormônio do bem-estar, a dopamina. Mas se acontece algo inesperado, a recompensa é retida -uma forma de autopunição.

A percepção humana é altamente especializada para notar as contradições entre as ocorrências esperadas e as de fato. Um conjunto de pelo menos 1.000 células nervosas parece ser responsável por esta capacidade de comparar desejo e realidade.

Pesquisa de desastre
"É realmente notável, mas o cérebro realiza estes cálculos difíceis constantemente, enquanto lida com muitas outras coisas ao mesmo tempo", disse Richard Ridderinkhof, um neurocientista da Universidade de Amsterdã. Ele compara este processo com as ações de um motorista cujo veículo está gradualmente se desviando do curso. "Sem pensar muito, o piloto automático na cabeça do motorista corrige a direção do veículo".

Ridderinkhof está convencido de que estas descobertas também poderiam fornecer informações valiosas no campo da pesquisa de desastre. Acidentes aéreos, por exemplo, costumam ser atribuídos a erros humanos. O acidente nuclear na usina de Chernobyl revelou, de forma terrível, quão suscetível é a rede cognitiva humana. O acidente do ônibus espacial Columbia, talvez o mais amplamente estudado na era da alta tecnologia, foi resultado de uma falha ainda maior -a de toda uma instituição.

Até o momento os cientistas levantaram, categorizaram e analisaram os erros. Eles descobriram que qualquer um que deposite confiança demais na tecnologia corre risco de falha. Outra causa de erro, concluíram os cientistas, é a combinação de mau preparo e estresse. Questões organizacionais não resolvidas, como as que condenaram a lendária expedição de Robert Falcon Scott ao Pólo Sul, também podem levar ao fracasso de uma missão.

Em muitos casos há uma linha tênue entre um desastre e a descoberta de um erro. O maior acidente na história da aviação civil serve como exemplo. Em março de 1977, dois jumbos colidiram na pista do aeroporto de Tenerife, uma das Ilhas Canárias. O gravador de voz da cabine documenta precisamente os segundos que antecederam o acidente.

Sensação de presságio
Um Boeing 747 operado pela companhia aérea holandesa KLM aguardava na pista, pronto para decolar, enquanto um jumbo da Pan Am a bloqueava. Uma densa neblina impossibilitava o contato visual.

A torre indicou uma pista específica para o jato da KLM, mas o impaciente capitão interpretou erroneamente as instruções do Controle de Tráfego Aéreo como indicando que ele estava autorizado a decolar. Como descobriram os investigadores do acidente ao escutarem a gravação, Willem Schreuder, o engenheiro de vôo do avião holandês, perguntou ao capitão: "Mas o Pan American já deixou a pista?" Um senso de presságio aparentemente passou por sua consciência. Quando ele viu o outro Boeing aparecer na neblina, era tarde demais para corrigir seu erro fatal e 583 pessoas pagaram o preço.

A voz interna do engenheiro poderia ter salvo suas vidas. Ele provavelmente não estava completamente ciente do erro que estavam prestes a cometer. De qualquer forma, ele foi incapaz de articular seu palpite de forma clara. "Nós deveríamos, de fato, dar mais crédito à intuição", disse o psicólogo Ridderinkhof.

Uma experiência revelou a Ridderinkhof por que é assim. Na experiência, uma luz brilhante aparece periodicamente em um monitor, às vezes do lado esquerdo da tela e às vezes do direito. Ridderinkhof pergunta às pessoas para sempre direcionarem seu olhar para o lado onde a luz não apareceu. Durante a experiência, ele mediu os movimentos da pupila das pessoas para determinar se estavam seguindo as instruções.

Negando os erros
Ridderinkhof sabia que a curiosidade do cérebro humano é grande demais para simplesmente ignorar um sinal como a luz da experiência. De fato, as pessoas persistiam cometendo erros, mas então os corrigiam e melhoravam seu desempenho ao longo do experimento. Como esperado, a típica onda ERN percorria o córtex cerebral.

Mas quando eram perguntados posteriormente, as pessoas negavam ter cometido qualquer erro. Em outras palavras, suas consciências não foram informadas de que o cérebro tinha reconhecido e corrigido os erros. Como Ullsperger, ele também suspeita que encontrou o correlato neuronal da intuição -a voz interna que protege as pessoas de erros.

Em suas experiências, os pesquisadores notam rotineiramente que este sistema de correção é ajustado a níveis diferentes de sensibilidade em pessoas diferentes. Será que pessoas hesitantes são simplesmente temerosas de erros, enquanto as confiantes possuem em sua massa cinzenta um sistema de alerta de erro relativamente insensível?

Os extremos patológicos em ambas as pontas do comportamento de tomada de decisão oferecem possíveis respostas para esta pergunta. Ullsperger também realizou estas experiências de erro com pessoas que se lavam obsessivamente ou que possuem outras formas de desordem obsessiva-compulsiva. Sua conclusão é de que "o sistema de monitoramento delas é tão poderoso que mal conseguem se concentrar em outra coisa exceto monitorarem a si mesmas".

Cocaína ajuda na tomada de decisão?
Um quadro semelhante surge no outro extremo da escala da determinação. Ingmar Franken, neuropsicólogo da Universidade Erasmus, em Roterdã, realizou o teste de Eriksen-Flanker em viciados de cocaína que não se drogavam há pelo menos um mês. "Não se tratava apenas de freqüentemente tomarem a decisão errada", disse Franken, "eles também não notavam seus erros e, mais importante, não mudavam sua estratégia".

Franken acredita que isto poderia explicar por que os viciados em cocaína são tão cegos às conseqüências negativas de seu próprio vício. "Além disso, a atração da cocaína poderia ser o fato de melhorar a capacidade de tomada de decisão", ele disse.

Ridderinkhof, o colega de Amsterdã de Franken, obteve resultados semelhantes em experiências com alcoólatras. "Assim que o álcool nubla o cérebro, a onda de erro desaparece", ele disse.

FONTE: UOL MÍDIA GLOBAL - http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/derspiegel/2007/09/22/ult2682u553.jhtm

 



Escrito por josé ricardo zani às 06h26
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ESTUDO DIZ QUE TELEFONES CELULARES PODEM PROVOCAR CÂNCER

 

A exposição aos sinais de telefonia móvel durante apenas cinco minutos poderia estimular um processo de divisão celular, segundo um novo estudo sobre o uso do aparelho publicado no último número da revista "New Scientist".

Esse processo ocorre de forma natural no crescimento ou rejuvenescimento do tecido humano, mas ocupa também um papel central no desenvolvimento de um câncer.

Uma equipe dirigida pelo professor Rony Seger, pesquisador do Instituto Weizmann de Rehovot, Israel, expôs células humanas e de ratos à radiação eletromagnética com uma freqüência semelhante à emitida pelos celulares, mas a um décimo de sua potência.

Após apenas cinco minutos, os pesquisadores identificaram a produção de quinases (tipo de enzima) reguladas por sinais extracelulares (ERK1/2), substâncias químicas naturais que estimulam a divisão e o crescimento celulares.

"A importância real de nossa descoberta é que as células não são imunes à radiação dos telefones celulares, embora não estejam expostas a um aumento de temperatura", diz o professor Seger, citado hoje pelo jornal "Daily Telegraph".

"Utilizamos níveis de radiação equivalentes a um décimo dos gerados por um celular comum e constatamos que as mudanças não se devem ao aquecimento", afirmou o cientista.

Segundo Graham Philips, do Powerwatch, um grupo que analisa o risco potencial dos telefones celulares, as diretrizes oficiais sobre o uso dos aparelhos indicam que a saúde só pode ser atingida em caso de grande aumento da temperatura do tecido humano.

"O novo estudo indica, no entanto, que as reações também acontecem sob o efeito de radiações de nível baixo, o que pode ter implicações para a saúde", ressaltou Philips.

Outros cientistas, como Simon Cook, bioquímico do instituto Babraham, próximo a Cambridge (Inglaterra), se mostram mais céticos e afirmam que, embora os resultados do estudo sejam interessantes, não demonstram que há uma divisão celular suficiente para provocar câncer.

(Fonte: EFE, publicada em Yahoo Notícias em 30.08.2007)

 



Escrito por josé ricardo zani às 17h23
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A ERA DA QUANTIDADE

PARA ONDE CAMINHAM OS PROCESSOS COGNITIVOS? 

Filmes, programas, livros e jornais que requerem do público um pouco mais de concentração, raciocínio e paciência não dão "Ibope". Existem cada vez menos leitores para textos de alguma profundidade. Cada vez menos ouvintes para conversas ou músicas mais elaboradas. Menos telespectadores para produções que pedem concentração e raciocínio. Para não perderem terreno, veículos de comunicação escrita procuram substituir a abordagem estruturada e analítica pelas matérias leves, breves, superficiais... Matérias mais curtas, em maior quantidade.

Espontaneamente, as crianças se tornam hábeis no domínio de sofisticados controles remotos e em todo tipo de joguinhos eletrônicos, mas poucas dão sinais de que algum dia se interessarão pelo jogo de xadrez ou pelos clássicos da literatura.  

Em contrapartida, em estágios cada vez mais precoces, dominam com facilidade o computador, os recursos do celular, os games de última geração e equipamentos multimídia. Habituam-se a lidar com quantidades, condicionam-se ao modelo binário de procedimentos e se identificam com buscas quantitativas para soluções imediatistas. Aprendem a buscar qualidade como um sub-produto da quantidade.  

Se é bom ou ruim, isso é outra história. Mas parece claro que essa transformação vem ocorrendo.

Antes, porém, que estes comentários pareçam simples resistência ao impacto de mudanças dos novos tempos, convém definir melhor a dimensão do problema.  

A questão começa a assumir contornos importantes se pensarmos que tudo isso pode significar uma transformação negativa nos padrões cognitivos comuns às novas gerações. Nesse caso, há que perguntar: de onde vem e para onde vai essa tendência? Seria um condicionamento trazido pela era do chip e da dinâmica digital?  Poderia produzir transformações importantes na forma de pensar, analisar, compreender e agir?

Provavelmente, muitos pesquisadores, pedagogos e observadores mais atentos já têm notado tudo isso. Mas creio que poucos devem ter traduzido esses questionamentos de forma tão clara e objetiva como Cláudio de Moura Castro, colunista da revista Veja. Leia o que ele escreveu no artigo "Sociedade Iterativa". Sim, iterativa, não confunda com interativa...  

(by Ricardo Zani)

 

 



Escrito por josé ricardo zani às 22h59
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QUAL É SUA IDADE VERDADEIRA?

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Quantos anos você tem?

 

Se pensar em termos de idade cronológia, basta mostrar a carteira de identidade. Mas se pensar em termos de idade biológica, a resposta pode ser diferente. Acontece que, no atual estágio do conhecimento científico e de desenvolvimento dos recursos da medicina, é aceitável a idéia de que a idade cronológica das pessoas pode ser diferente da idade biológica. É como substituir o critério meramente cronológico, aquele da certidão de nascimento, por um critério que analisa o "estado de conservação". É o que acontece quando a gente observa e avalia uma árvore, um jardim ou uma casa. Geralmente, o estado de conservação fala mais alto do que seu tempo de existência.

 

Mas como calcular matematicamente nosso estado de conservação?

 

Há anos, alguns pesquisadores se dedicam ao estudo desse assunto e à determinação de  parâmetros confiáveis para a avaliação da idade biológica do ser humano. Um dos mais conhecidos e respeitados desses pesquisadores é o Dr Michael Roizen, ex-reitor da Suny College of Medicine, vice-presidente de ciência biomédica na Suny Upstate em Syracuse e criador do programa Executive Health, da Universidade de Chicago. É autor de A Dieta da Idade Verdadeira, Você: Manual do Proprietário e A Idade Verdadeira.

 

Michael Roizen é um dos nomes mais diretamente ligados à criação do conceito de idade verdadeira e já desenvolveu testes completos para determinação numérica desses valores. 

Parte desses testes, com resultado on-line,  está disponível na internet, assim como farto material em português, que sintetiza as idéias, pesquisas e teorias do Dr. Roizen, especialmente nos sites das seguintes organizações:

 Revista Você S.A.

Revista Época

Veja - Mulher

Hospital das Clínicas

Sociedade Brasileira de Cardiologia

Associação Brasileira de Psiquiatria  

(clique sobre cada um dos links acima para saber mais).

Faça um teste, com resultado on-line (em português)

Faça o teste completo, no site oficial do Real Age (em inglês) 

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Escrito por josé ricardo zani às 22h31
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QUANTO MENOR, MELHOR

NANOCIÊNCIA E NANOTECNOLOGIA

 

Que tudo é feito de átomos, já sabemos.
A novidade é que os cientistas estão
manipulando essas partículas e construindo
objetos a partir delas. Isso pode significar uma revolução tecnológica.
 

Se derem certo as previsões do cientista americano Eric Drexler, no ano 2010 já existirão as ferramentas para erradicar a fome, retardar o envelhecimento, curar doenças e resolver o problema da pobreza no mundo. Tudo isso por meio de técnicas microscópicas que permitirão mover os átomos de um lugar para outro como se fossem tijolos num canteiro de obras. Ele estima que em menos de quinze anos será possível construir minúsculos robozinhos capazes de brincar com as moléculas. Essa tecnologia vai permitir que tudo seja matéria-prima para qualquer coisa.

Em 1959, o prêmio Nobel de Física Richard Feynman (1918-1988) já havia afirmado que manipular átomos era possível. O que então parecia uma previsão sem pé nem cabeça hoje vai ganhando consistência. Essa é a tecnologia do amanhã. Uma palavra grande para a construção das coisas ultramiúdas: nanotecnologia.  

 

COMO FUNCIONARÁ A NANOTECNOLOGIA E A GRANDE REVOLUÇÃO QUE PODE SIGNIFICAR:

Clique aqui para ler mais  

 

  

Ao criar produtos mais resistentes do que o aço e milhares
de vezes menores do que um fio de cabelo, a nanotecnologia inaugura a era dos objetos inteligentes e dos remédios que viajam pelo corpo.

Leia mais

 

 

Nanotecnologia no Brasil. Entrevista com professor do Instituto de Física da USP. Leia mais.

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Escrito por josé ricardo zani às 07h39
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QUAL A IDADE DO SEU CORAÇÃO?

"Introdução

Você com certeza sabe bem a sua idade, mas tem idéia da idade do seu coração?

É isso mesmo, seu coração tem uma idade diferente de você e não estamos falando de amores, bem ou mal sucedidos, e sim de como este grande companheiro é tratado.

Para se atualizar, saiba que não se fala mais em risco cardíaco. Hoje em dia o termo usado, para definir o risco de uma pessoa desenvolver um problema cardíaco, é chamado risco metabólico.

O risco metabólico compreende 5 medidas, que em conjunto, definirão o risco de você contrair no futuro determinadas doenças. São elas:

• Medida da obesidade abdominal
• Taxa de glicose no sangue
• Taxa de colesterol bom e ruim
• Taxa de triglicérides no sangue
• Medida da pressão arterial.

Essas 5 medidas irão definir a presença ou não da síndrome metabólica e também as providencias que deverão ser tomadas para seu controle, e que irão prevenir o aparecimento de doenças cardíacas e de diabetes tipo 2.

Mas como podemos medir a idade do coração?

Um exemplo que ajuda a compreender a medida da idade do coração é o seguinte:

Suponhamos o caso de um homem de 40 anos, com uma historia familiar de doença cardíaca, fumante, jogador de pelada nos fins de semana, adepto de uma cervejinha ocasional, pressão arterial de 140/80, medida de cintura abdominal de 96 cm, HDL colesterol de 35 e LDL colesterol de160 e colesterol total de 220. Este homem, embora cronologicamente tenha 40 anos, tem um coração de 73. Especialistas americanos, preocupados com a situação, definem que um ano à mais, da idade cronologia, já é importante para definir se um paciente vai desenvolver uma doença cardiovascular ou diabetes.

O dado novo, que muita gente não dava atenção, inclusive os próprios médicos, é a obesidade abdominal. Não basta estar acima do peso, coisa que já não é boa, mas a medida da cintura abdominal, na altura do umbigo, acima de 80 para mulheres e acima de 94 para os homens, já é um fator indicativo de que você pode estar entrando no quadro de Síndrome Metabólica. Aproximadamente 15% dos médicos acham que a vida sedentária e a obesidade abdominal são fatores difíceis de controlar, só perdendo para o fumo, que está em primeiro lugar.

Além da dificuldade existente em controlar a obesidade, talvez o mais difícil seja a evitar o ganho de peso nos anos seguintes. 80% dos pacientes que perdem peso, recuperam seu peso no ano seguinte.

Estudos feitos com macacos Rhesus, que são os mais parecidos a nós, humanos, mostraram que as gorduras trans (aquela usada para deixar a batata frita bem sequinha e os tira gostos que acompanham a cervejinha, bem crocantes), são as mais venenosas, as que realmente "grudam" no individuo, e as mais perigosas para aumentar a idade do "que está dentro do peito".

Segundo os especialistas em obesidade, como o Dr. Henrique Suplicy, presidente da ABESO (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da síndrome metabólica), "não existem dietas milagrosas, como a dieta do grupo sanguineo, dieta de Beverly Hills, e outras que dão volta por aí". Segundo o Dr Suplicy, somente dentro da internet, existem mais de 7000 livros de dietas, cada um com mais promessas que o outro.

Shape of the Nations 2006

O estudo que envolveu 11.353 pessoas, em 27 paises, entre eles o Brasil, mostrou que poucas pessoas entendem o termo "risco cardiometabólico global". A pesquisa deixa claro ser necessária uma maior conscientização por parte dos médicos e da população em geral, quanto aos fatores de risco cardiometabólico.

No Brasil foram ouvidas 202 pessoas, entre 18 e 65 anos. Os resultados mostraram se preocupantes, como por exemplo, apenas 66% da população geral conhecia sua pressão arterial, 88% não sabiam sua taxa de glicose sanguínea e 90% não tinham idéia do valor de seu colesterol.

A obesidade abdominal está emergindo como uma importante condição, para o agravamento do risco cardiometabólico na população geral. Pacientes com doenças cardiovasculares freqüentemente apresentam obesidade abdominal. A cada 16 anos de incremento na idade, triplica a probabilidade de um adulto apresentar doenças cardiovasculares; por outro lado a cada aumento de 14 cm na circunferência abdominal dos homens e 14,9 com na circunferência abdominal das mulheres, a probabilidade de doenças cardiovasculares aumenta entre 21 e 40%.

Risco de doenças cardíacas e diabetes tipo 2

A Organização Mundial de Saúde estima que aproximadamente 17,5 milhões de pessoas morram por anos em decorrência de doenças cardiovasculares (cerca de 1/3 do total de óbitos).

Os últimos levantamentos realizados pelo Ministério da Saúde em 2004, mostraram que o infarto e o derrame, são as principais causas de óbitos no país. O acidente vascular cerebral (derrame) é a principal causa de morte dos brasileiros, com 90.930 óbitos, superando o infarto agudo do miocárdio, que registrou 65.482 óbitos.

Já o diabetes é considerado no Brasil, um problema de saúde publica. Calcula se que existam atualmente 10 milhões de portadores de diabetes no País.

Em média, as pessoas com diabetes morrem 5 a 10 anos antes, que as pessoas sem diabetes. Grande parte desta mortalidade excessiva é devida a doenças cardiovasculares.

Onde descobrir a idade do seu coração?

Sites em português, dirigidos á população em geral, não existem. Mas se você tiver um pouco de conhecimento de inglês, pode acessar o site http://heartage.com/ e aí descobrir quantos anos ele tem.

Hoje, 24 de setembro, é o "Dia Mundial do Coração". Aproveite o dia para manter se jovem, dê uma caminhada, coma o necessário e de forma saudável, esqueça os cigarros e tente ajudar seu coração a ter a mesma idade que você, ou quem sabe, até a ficar mais jovem!! O lucro será dos dois!"

PALAVRAS-CHAVE: coração, síndrome cardiometabolica, obesidade abdominal, derrame, infarto, idade do coração.

FONTE: BOA SAÚDE, NO ENDEREÇO ABAIXO: 

http://boasaude.uol.com.br/lib/ShowDoc.cfm?LibDocID=5037&ReturnCatID=357

Copyright © 2006 Bibliomed, Inc.           25 de Setembro de 2006

   


Escrito por josé ricardo zani às 21h53
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O MOTOR MAIS REVOLUCIONÁRIO DE TODOS OS TEMPOS

Desde a invenção do vapor e dos motores de combustão interna, os veículos autopropelidos têm passado por avanços marcantes. Motores Wenkel, propulsão a jato, multicombustíveis e elétricos. Agora já estão nas ruas (em países mais desenvolvidos) os veículos híbridos -- dotados de sistemas que combinam motores convencionais com motores elétricos --   e, ainda nos laboratórios, os projetos de motores movidos a célula de hidrogênio, concepção que seria o salto definitivo.

Entretanto, a evolução talvez não pare por aí. A se confirmarem as notícias mais recentes, pode estar em fase adiantada o projeto de um motor verdadeiramente revolucionário, que supera em muito todos os outros já desenvolvidos. 

Trata-se do motor magnético, que não polui, não emite gases, não precisa ser reabastecido e se aproxima da idéia de um moto-contínuo. Seu funcionamento é simples: baseia-se no princípio da atração e repulsão de campos magnéticos, ou seja, combinações magnéticas que produzem movimento contínuo.

Em vídeo, podemos ter uma idéia muito boa do que seria esse motor. Resta saber se o projeto realmente está em desenvolvimento. E se os interesses industriais contrariados irão boicotá-lo...

Clique aqui para ver o vídeo no meu VIDEOLOG. 

 



Escrito por josé ricardo zani às 22h35
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